23/10/2019 - 17h55m

ATUAÇÃO PARLAMENTAR

Ayres solicita instalação de Comissão Especial para investigar medidores da Energisa

Ascom / Deputado Ricardo Ayres

Buscando fiscalizar a atuação da Energisa, avaliando possíveis irregularidades da marcação do consumo de energia, o deputado Ricardo Ayres (PSB), apresentou nesta quarta-feira, 23, um requerimento, em regime de urgência, solicitando a instalação de uma Comissão Especial para realizar esse trabalho junto ao Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Tocantins – IPEM e com o apoio das Universidades. Para o parlamentar, considerando-se que os tocantinenses já arcam com uma das energias mais caras do país e diante das ações movidas em outros Estados onde a Energisa atua, se faz necessário averiguar os relógios medidores, bem como se há irregularidades na forma como está sendo realizada a medição da energia utilizada pela população.

Ayres relembrou as recorrentes denúncias de consumidores que relatam o aumento da tarifa, mudança de relógios sem aviso prévio, corte irregular de fornecimento aos fins de semana, fatos que são descritos com cada vez mais frequência. Ainda segundo o parlamentar, a criação dessa comissão possibilitará uma análise técnica nos medidores de energia, buscando conter possíveis abusos econômicos e legais os quais possam estar sendo praticados pela concessionária. “Essa questão afeta todos os tocantinenses que sofrem com o problemas similares aos de consumidores de outros Estados atendidos pela Energisa. Por isso nada mais justo do que fiscalizarmos com eficácia a prestação desse serviço essencial”, ressaltou.

A comissão

Pelo requerimento apresentando por Ricardo Ayres, a Comissão Especial será composta por seis parlamentares, que junto aos órgãos competentes, terão as atribuições de promover as devidas investigações, vistorias e inspeções, objetivando a apuração quanto a eventual marcação irregular do consumo de energia em relógios instalados pela empresa Energisa.

O trabalho será feito pelo sistema de amostragem, compreendo os municípios de Palmas, Porto Nacional, Gurupi, Araguaína e Paraíso do Tocantins. A proposta ainda vai a votação no Plenário da Assembleia Legislativa.

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